Messias, é a palavra hebraica, correspondente à palavra grega “christos” (cristoj), aplicável a qualquer pessoa que era ungida com óleo santo, como foi o sumo sacerdote (Lv 4:3,5,6; I Sm 12:3,5) ou o rei (II Sm 1:1,-16).
Este título aplicava-se aos patriarcas Abraão, Isaque e a Ciro, rei persa, escolhidos para administrarem o reino de Deus (Sl 105:15; Is 45:1).
Quando Deus prometeu a Davi que o trono e o cetro permaneceriam na sua família para sempre (II Sm 7:13), a palavra ungido adquiriu uma referência especial aos representantes da linha real de Davi (Sl 2:2; Sl 18:50; Lm 4:20; Hc 3:13).
Quando as profecias começaram a anunciar a vinda de um rei procedente da linhagem de Davi, que havia de ser o grande libertador de seu povo cuja geração é desde o princípio, desde e a eternidade (Mq 5:2-5), se assentará sobre o trono de Davi para sempre (Is 9:6,7) a este pertence, por excelência o título de messias (Dn 9:25,26).
Entretanto, quando lemos todas as Escrituras, logo percebemos que o conceito messiânico já estava posto nas Escrituras antes mesmo de Davi. Como vimos, esta esperança messiânica começa em Gn 3:15 (com a promessa do descendente da mulher que viria para esmagar a cabeça da serpente) e tem sua confirmação com o pacto noético, abraâmico, sináitico e davídico; além de ser relembrada através dos livros apócrifos.
Portanto, quando Cristo vem a este mundo na plenitude dos tempos, Ele vem em um período em que os judeus têm grandes expectativas quanto à chagada do Messias; além de terem toda uma série de doutrinas à respeito deste evento.
E não somente os judeus esperavam o Messias. Os samaritanos também tinha consigo a doutrina de um Messias vindouro (Jo 4:19-42).
Nas páginas do Novo Testamento encontramos algumas destas teorias. Vejamos cada uma delas:
Este título aplicava-se aos patriarcas Abraão, Isaque e a Ciro, rei persa, escolhidos para administrarem o reino de Deus (Sl 105:15; Is 45:1).
Quando Deus prometeu a Davi que o trono e o cetro permaneceriam na sua família para sempre (II Sm 7:13), a palavra ungido adquiriu uma referência especial aos representantes da linha real de Davi (Sl 2:2; Sl 18:50; Lm 4:20; Hc 3:13).
Quando as profecias começaram a anunciar a vinda de um rei procedente da linhagem de Davi, que havia de ser o grande libertador de seu povo cuja geração é desde o princípio, desde e a eternidade (Mq 5:2-5), se assentará sobre o trono de Davi para sempre (Is 9:6,7) a este pertence, por excelência o título de messias (Dn 9:25,26).
Entretanto, quando lemos todas as Escrituras, logo percebemos que o conceito messiânico já estava posto nas Escrituras antes mesmo de Davi. Como vimos, esta esperança messiânica começa em Gn 3:15 (com a promessa do descendente da mulher que viria para esmagar a cabeça da serpente) e tem sua confirmação com o pacto noético, abraâmico, sináitico e davídico; além de ser relembrada através dos livros apócrifos.
Portanto, quando Cristo vem a este mundo na plenitude dos tempos, Ele vem em um período em que os judeus têm grandes expectativas quanto à chagada do Messias; além de terem toda uma série de doutrinas à respeito deste evento.
E não somente os judeus esperavam o Messias. Os samaritanos também tinha consigo a doutrina de um Messias vindouro (Jo 4:19-42).
Nas páginas do Novo Testamento encontramos algumas destas teorias. Vejamos cada uma delas:
1. O Messias faria milagres (Mt 11:1-5)
2. Ele seria descendente de Davi (Mt 21:9; Mt 22:41,42)
3. Ele seria filho de Deus (Mt 16:15,16)
4. Ele seria rei sobre Israel (Mt 21:4,5)
5. Ele seria profeta (Mt 26:68)
6. Ele seria superior a Davi (Mt 22:41-45)
7. Ele anunciaria todas as coisas (Jo 4:25)
8. Ele nasceria em Belém da Judéia (Mt 2:4-6)
9. Ele libertaria Israel do julgo dos seus opressores (Lc 24:19-21 // At 1:6)

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